Minha mãe é cuidadora, e à três anos Deus pôs uma jóia em nossas vidas.
O nome dela é Diana e quando ela se foi tinha 84 anos. Diana tinha Alzheimer e por mais que toda vez que eu fosse vê-la tivesse que me apresentar, eu não me importava. Eu até gostava porque assim ela poderia me conhecer todo dia e eu embora não me esquecesse dela nunca, poderia me encantar todo dia também.
Parecia uma criança. Ela era linda... Me recebia todo os dias com um 'Oi' imenso e um sorriso cheio de dentes embora postiços, rs. Sete meses atrás esse sorriso ainda me dava tudo que me faltava, ela era uma espécie de reduto de paz.
Minha avó biológica, ela mora longe, e com todo amor que eu sinta por ela, pela Diana era diferente... Mágico, sabe? Não. Não sabe.
Não há lembranças onde ela não esteja e os "bordões" que ela criou continuam presentes nas frases ditas, ouvidas, pensadas...
Morrer ela não morreu não. Ela tá aqui, agora... e agora... e agora... agora...
"Se o mundo é do jeito que vejo,prefiro acreditar no mundo do meu jeito".
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
domingo, 31 de julho de 2011
Minha ausência se justifica por essa falta de saber oq me passa.
Hoje com tanto sol lá fora o dia amanheceu nublado pra mim. As lágrimas me descem quentes feito lavas e essa força que começa na barriga, sobe pelo peito, sai pela boca e trasborda pelos olhos está pagando o aluguel direitinho e apesar de ter motivos para despeja-la não sei como me por diante dela e nem quais palavras usar.
Volto quando encontrar a fortaleza.
Hoje com tanto sol lá fora o dia amanheceu nublado pra mim. As lágrimas me descem quentes feito lavas e essa força que começa na barriga, sobe pelo peito, sai pela boca e trasborda pelos olhos está pagando o aluguel direitinho e apesar de ter motivos para despeja-la não sei como me por diante dela e nem quais palavras usar.
Volto quando encontrar a fortaleza.
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